sábado, 6 de julho de 2013

A geração identitária

É preciso a cada geração uma elite que sinta e entenda a tradição cultural de seu país como sua e que a queira transmitir com sua interpretação para um futuro que não tem como prever, que entenda essa transmissão como um dever e um sacrifício de si, independentemente de glória individual e ganho material. Essa é a geração identitária que pode com direito ser chamada de nacional; sua é a voz e a consciência da nação, seu é o ofertório do acúmulo e da criação dessa identidade atualizado no tempo. Com sua atividade generosa ela valida mais uma vez o direito à existência de seus pares e o prorroga até a próxima geração; ela oferece a Deus, naquela era específica, o que de melhor seu país construiu e contribuiu em todos os tempos para a maior glória do Criador. Tais são os jovens que merecem gravar a buril seu nome no áureo panteão da pátria e não, os que saem às ruas em manifestação de sua própria vaidade, doutrinados em filosofias falsas e assassinas, contra a lei natural, visando o fim definitivo de seu povo e de sua herança e sua substituição por um amontoado informe de pessoas de todas as línguas e fidelidades.